domingo, 19 de março de 2017

Entrevista com a autora Kate Eberlen








Kate, por que você começou a escrever? Há quanto tempo você faz isso?

‘O primeiro dia do resto da nossa vida’ é o primeiro livro que escrevi como Kate Eberlen, mas eu tenho escrito desde que eu pude segurar um lápis, incluindo outros livros. Eu sempre gostei de contar histórias, e quando eu era criança, eu costumava criar personagens e histórias para divertir minha irmã mais nova.


Para escrever um livro e ter uma boa história, leva tempo. O que te faz elaborar o enredo perfeito?

Eu não compartilho meu manuscrito com ninguém, até eu ter o primeiro esboço que eu estou mais ou menos contente. Então eu dou para duas pessoas que eu acredito completamente para me dar uma resposta. Eles leem e eu eu ouço atenciosamente suas críticas. Então eu escrevo mais um esboço. Eu escrevi mais ou menos dois esboços e meio para ‘O primeiro dia do resto da nossa vida’.


Seu livro ‘O primeiro dia do resto da nossa vida’ foi publicado aqui no Brasil pela Editora Arqueiro. Você tem planos para uma sequência ou quem sabe um novo livro, com uma nova história?

Eu estou para começar a escrever um novo livro sobre dois personagens completamente diferentes. Mas eu adoraria retornar para a história de Tess e Gus um dia. Eu frequentemente penso como eles estão agora, e o que eles estão fazendo. No futuro, eu espero escrever sobre o que aconteceu com eles depois do final de ‘O primeiro dia do resto da nossa vida’. Eu penso que interessaria e talvez surpreendesse os leitores!


Quais escritores fizeram você começar a escrever? E então, fazer com que sua paixão pela literatura crescesse ainda mais com a leitura?

Eu sempre fui uma ávida leitora e houve muitos escritores pelos quais eu admirei e amei, eu não poderia dizer que há algum em especial que me fez começar a escrever. Em fato, até meus 20 anos, eu não tinha ideia de que pessoas comuns poderiam se tornar escritores!


O que lhe inspirou para criar a história de ‘O primeiro dia do resto da nossa vida’?

Eu sempre fui fascinada por todos os pequenos encontros que nós temos, ou quase temos cada dia, e como vidas cruzam com a nossa, apenas por um segundo ou dois. A inspiração para o livro veio até mim da seguinte forma: um dia eu estava no trem e de repente pensei “E se houvessem duas pessoas que estivessem certas uma para as outra, mas ficassem apenas perdendo a oportunidade de se encontrarem adequadamente?”, foi um simples pensamento, mas que eu nunca tinha tido antes, e pude ver imediatamente duas pessoas em minha mente – uma garota cheia de vida e um garoto mais reservado – e eu comecei a me perguntar o que foi feito para eles serem assim.


Além de romance, você escreveria outro gênero?

‘O primeiro dia do resto da nossa vida’ é uma história de amor, é sobre duas pessoas que nunca parecem se encontrar, então em minha opinião, não acho que isso seja um romance! O que me interessou foi como Tess e Gus lidam com os desafios em suas vidas, para mim, é um livro sobre sofrimento, tanto quanto é sobre amor. O livro que estou escrevendo agora é outra história de amor, mas há também algo sobre como criamos nossa identidade e como as decisões que fazemos afetam nosso futuro.



Você ama muito a Itália, o que te cativou no país, bem como suas cidades?


Eu visitei a Itália pela primeira vez aos meus 12 anos quando eu estava acampando em um feriado e eu me apaixonei com o calor da luz do sol e os italianos! Itália é tão rica em cultura. Eu estudei Latim, Grego, História Antiga na universidade, então sou fascinada por antigas ruínas e artefatos. Como Gus em meu livro, eu também amo olhar a arte da Renascença, particularmente para as pinturas de Botticelli. Eu também admiro a qualidade, o estilo do moderno design italiano. Eu sou uma pessoa que amo cidades, e a Itália têm cidades fascinantes, cada uma com seu único sabor. E, falando sobre sabor, a comida italiana é simplesmente a melhor do mundo, especialmente o gelato, ou, soverte.



Para diversão, vamos fazer um jogo. Eu lhe dou algumas opções ou palavras e você responde com coisas que mais gosta!


Um filme: Harry e Sally – Feitos Um para o Outro
Um seriado: The Night Manager
Uma música: All My Loving do The Beatles
Cinema ou Netflix? Cinema
Um livro: My Brilliant Friend de Elena Ferrante
Um amor: Meu lindo filho
Uma frase: Qualquer linha de Romeu e Julieta, minha obra favorita de Shakespeare
Um ator: Vou escolher um dançarino no lugar. Eu amo dança, há um incrível dançarino cubano chamado Carlos Acosta, ele costumava dançar no Royal Ballet em Londres, mas agora ele tem sua própria companhia, procure sobre ele no YouTube!
Uma atriz: Novamente, há a Marianela Nunez, ela é uma bailarina argentina que dança no Royal Ballet também. Ela traz para o palco a vida com ela, com técnica fácil, sua incrível atuação e seu incandescente sorriso!



sobre a autora

Kate Eberlen cresceu em uma cidadezinha a 50 quilômetros de Londres e passou a infância lendo livros e sonhando em escapar de lá. Estudou literatura clássica em Oxford e trabalhou em diversos setores do mundo editorial e artístico. Recentemente, Kate se especializou em ensinar inglês para estrangeiros com o objetivo de passar mais tempo na Itália, país pelo qual é apaixonada e que já visitou várias vezes. É casada e tem um filho.



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Paula M. C. Basílio
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domingo, 12 de março de 2017

Entrevista com Samanta Holtz



Hoje é um dia muito especial para mim e para meu blog. Hoje é o dia pelo qual atinjo 100 publicações! Resenhas, entrevistas, posts especiais... E como tem sido um orgulho conduzir esse blog, quis fazer um post eternamente especial! Uma entrevista com uma das maiores autoras brasileiras da nossa atualidade, Samanta Holtz.
Na nossa conversa, ela conta sobre seus prêmios, obras e amor, que são os seus leitores! 
Vamos acompanhar?




Entrevista

Você sempre teve um amor pela literatura, e aos cinco anos você já sabia ler e tinha um amor pelas histórias de Maurício de Sousa. Houve outros autores que despertaram seu amor pelo gênero que você trabalha, o romance?
Eu nunca me esquecerei dos 2 primeiros livros de romance que li na vida, ainda criança: “Meu primeiro namorado” (Callie West) e “Ensaio de um Beijo” (Elizabeth Bernard). Eu os comprei na feira do livro da minha escola e, quando os li, fiquei maravilhada com quanto aquelas histórias me faziam viajar e me apaixonar junto aos personagens. Foi a primeira vez que senti a capacidade de uma história me fazer viajar a cada página, e eu me apaixonei perdidamente por essa sensação! Comecei a ler mais e mais romances, e minha imaginação começou então a inventar as próprias histórias, que me faziam ficar sonhando acordada. Até o dia em que, aos 14 anos, resolvi sentar-me e começar a escrever uma delas – que se tornou, mais tarde, “Renascer de um Outono”. Ao longo dos anos, autores que admiro muito e nos quais me inspiro (seja em sua história pessoal e/ou em sua escrita) são J. K. Rowling, Sophie Kinsella, Mauricio Gomyde, Carina Rissi, Dan Brown... entre vários outros! Eles são fortes inspirações para mim.

Como foi a sensação de ter ganhado o Prêmio “Anita Garibaldi – Em Defesa dos Direitos da Mulher”? Pode contar um pouquinho de como aconteceu, bem como a nomeação de Escritora Humanitária?
Foi maravilhoso e inesperado! Um belo dia, recebi e-mail dos organizadores informando que meu nome havia sido contemplado com a nomeação de Escritora Humanitária, e me convidando para a cerimônia de premiação na Câmara Municipal de São Paulo. Pensei se tratar de um desses prêmios em que você precisa pagar, e perguntei isso a eles. Quando responderam que não era, pensei: “Caramba... é um prêmio de verdade!” (risos). A família toda foi a São Paulo para a cerimônia, e eu ainda tive a alegria de receber a leitora Mariane Frota, de Fortaleza (CE), que estava na capital para a Bienal do Livro – e antecipou a viagem para assistir à minha premiação! Foi uma solenidade muito séria e, conversando com uma organizadora, fiquei sabendo que as 14 mulheres homenageadas foram escolhidas por jornalistas e formadores de opinião dentre 200 nomes pré-selecionados, e eram mulheres que “faziam a diferença dentro da sua área de atuação”. Fiquei muito contente porque, desde os tempos em que eu sonhava com a carreira de escritora, meu objetivo jamais foi a fama ou o dinheiro... se vierem, serão bem-vindos, é claro. Mas não são objetivos; são possíveis consequências. Meu verdadeiro intuito sempre foi tocar corações, provocar emoções, fazer as pessoas sentirem o que eu senti quando li os primeiros romances da minha vida. E hoje isso vai além; recebo cartas e mensagens de pessoas que dizem que, ao ler meus livros ou conversar comigo nas redes, têm alguma mudança positiva em sua vida. Sempre que ouço algo assim, meu coração se alegra e eu sinto que estou cumprindo meu papel no mundo! E receber um prêmio que diz “você faz a diferença” talvez tenha significado mais para mim do que receber um prêmio de “livro mais vendido” (risos)!

Entre suas obras “O Pássaro”, “Quero ser Beth Levitt”, “Renascer de um Outono” e “Quando o amor bater à sua porta”, qual delas você se orgulhou mais de fazer? Qual tocou mais seu coração?
É muito difícil fazer escolhas entre meus livros! Sempre brinco que é como uma mãe apontar o filho favorito, ou o mais legal, o mais inteligente... (risos) Para a mãe, todos são igualmente especiais! É assim que vejo minhas histórias: cada uma é única, e cada uma por um motivo totalmente diferente. “O Pássaro”, penso ser minha história mais ousada por abordar a submissão da mulher na Idade Média, explorar o amor proibido de forma delicada e ter um final que os leitores talvez não esperassem. Confesso que, na época do lançamento, morri de medo de todo mundo detestar a história! (risos) Mas, felizmente, todos os pontos que eu temia provocarem rejeição se tornaram o ponto forte da história, aos olhos da maioria dos leitores. Já “Quero ser Beth Levitt” é a história mais doce, suave e delicada... também é ousada, de certo modo, porque é sempre um risco escrever sobre uma personagem ingênua demais, doce demais, “perfeitinha” demais. Mas, de algum modo, consegui criar Amie de um jeito que, mesmo com seu jeitinho meio Pollyanna de ser, gerou identificação com os leitores sem soar falsa. Sinto que, através dela, eu consegui escrever um conto de fadas! “Renascer de um Outono”, puxa, foi o primeiríssimo livro que eu escrevi... mesmo tendo reescrito e reestruturado a história para publicar, foi minha primeira ideia, meus primeiros personagens, e ele sempre será especial para mim por isso. Amo as reflexões que compartilho na história através da personagem Anna, e o Ricardo sempre será meu crush literário favorito! (risos) Por fim, “Quando o amor bater à sua porta” representa para mim uma nova fase em minha carreira; foi meu lançamento dentro da Arqueiro, uma das editoras dos meus sonhos, e é a história que, dentre todas, julgo ser a mais perfeita do ponto de vista técnico – e também do emocional, pois ainda suspiro sempre que penso em Malu e Luiz Otávio! Assim, não há como escolher uma ou outra... cada uma toca meu coração de um modo especial, diferente e lindo! <3

O conto “A Contadora de Histórias” ganhou adaptação para o teatro em 2016. Como foi ver uma de suas obras ganhar vida? Em quais situações você se inspirou para escrever esse conto?
Esse conto foi escrito há muitos anos, na verdade. Eu o tirei da gaveta e soprei a poeira (risos) quando fui convidada pela Lycia Barros a fazer parte da antologia digital Crisálida, a pedido do Widbook para o lançamento da plataforma no Brasil (Link: https://pt-br.widbook.com/ebook/livrocrisalida). O Ricardo Biazotto, querido leitor e blogueiro, leu a antologia e transformou meu conto em roteiro como uma homenagem ao meu trabalho, simplesmente. Foi uma grata surpresa quando uma companhia de teatro da cidade dele (a Viva Arte) quis produzir a história! A estreia foi no maravilhoso Teatro Avenida de Espírito Santo do Pinhal (SP), que tem uma estrutura toda linda e clássica... ver meus personagens ganharem vida no palco, naquele lugar lindo, recitando os diálogos que idealizei, dividindo as emoções que descrevi... ah, foi indescritível! Havia momentos em que eu me pegava olhando para eles e pensando: “Se eu nunca tivesse escrito esse conto, esse momento nunca estaria acontecendo. Essas pessoas nunca estariam vivendo esses personagens... eu não estaria vivendo este momento”. Olha como é poderoso! A única vez em que eu havia vivenciado a sensação de ver uma história ganhar vida foi nos tempos de escola, quando um professor soube que eu escrevia e me convidou para escrever o roteiro de uma história para o grupo de teatro que ele tinha em Sorocaba (SP), no Colégio Santa Escolástica. Fui convidada a assistir a peça quando ela foi encenada, no salão da escola, e já foi uma experiência incrível para aquela época! Fico só imaginando a emoção que deve ser ver minha história nas telas do cinema... se Deus quiser, será uma das próximas emoções a ser vivida!

Quais elementos e inspirações você toma como base para escrever um livro?
Meu foco é sempre nas emoções, nos sentimentos. Penso muito na mensagem que quero transmitir através da trama e da evolução dos personagens. Não no começo, pois a princípio a ideia original, a “sementinha”, ela vem crua. É um instante, um rompante, um diálogo, uma cena... mas, a partir dessa ideia original, gosto de desenvolver algo que virá a ser mais do que apenas um entretenimento ao público, e sim algo que os instigue a sentir, a pensar, a agir, a inspirar-se na trajetória que ali descrevo para criarem a sua própria. É engraçado que, às vezes, tenho o roteiro pronto de uma história, com começo, meio e fim bem delineados... mas eu sinto que “falta o toque Samanta Holtz” (risos). Cada escritor tem seu diferencial, sua originalidade, e eu já sei perceber quando ainda falta o meu toque em uma história, por mais que ela esteja bem amarrada, do ponto de vista técnico. Se não despertar alguma emoção ou reflexão (ou se ao menos não tiver essa intenção), não sou eu! (risos)

Você tem um canal no Youtube onde dá diversas dicas para escritores desde a escrita até uma palestra, por exemplo. Como surgiu a ideia de valorizar esta mídia para esse fim?
O que despertou o desejo de ajudar novos escritores através do Youtube foram dois fatores: o primeiro, porque tenho esse lado “altruísta por natureza” (risos). Adoro ajudar, orientar, informar... sou assim desde os tempos de escola, eu não podia ver um amigo com dificuldade em alguma matéria que eu já queria marcar grupo de estudos, inventava uma explicação nova, criava um resumo para ele. Amo poder ajudar e orientar alguém! E o segundo fator foi que, cada dia mais, eu recebia muitos e-mails e mensagens de novos autores pedindo ajuda e conselhos, e quase sempre eram as mesmas perguntas – como começar um livro? Como registrar na Biblioteca Nacional? Como enviar às editoras? Com esse meu jeito meio mãezona / professora, eu nunca me contentava em responder de forma seca ou breve: respondia com textões, exemplos, explicações, meu ponto de vista. Mas isso demandava muito tempo, então comecei a manter essas respostas salvas para copiar e colar a quem me perguntasse a mesma coisa. Até que pensei: e se eu tiver um canal onde eu possa criar conteúdo com essas orientações, para que não somente aqueles que me procuram possam ter acesso? Foi assim que criei o Youtube e o blog! E é maravilhoso receber o feedback de tanta gente que nem mesmo me conhecia, antes de ver meus vídeos, e hoje diz que, graças às minhas dicas, tem conseguido avançar na carreira de escritor que tanto almeja! 

Os leitores ajudam muito no apoio da jornada de um escritor, principalmente com você, que inclusive tem um fã clube totalmente dedicado aos seus trabalhos, “Loucos por Samanta Holtz”. Por fim, deixe uma mensagem a todos os seus fãs <3.
Com certeza! Sempre digo que, sem meus leitores, os fãs e todos aqueles que acompanham, prestigiam e apoiam meu trabalho, eu jamais teria chegado onde estou agora, nem conseguiria seguir adiante rumo a tudo o que ainda tenho a alcançar! Por isso, querido leitor, deixo aqui a você minha mais profunda gratidão... você é a razão pela qual escrevo, é minha inspiração e minha motivação. Sempre que alguém me conta quanto uma história minha tocou seu coração e mudou sua vida, aquilo se torna uma injeção de ânimo para escrever cada dia mais e melhor. E é pensando em você que escrevo, pensando em entregar um trabalho com a qualidade que você merece, pois é minha forma de retribuir tanto amor que recebo todos os dias! Além disso, é seu apoio que me permite ganhar cada dia mais espaço e seguir adiante. Por esses e outros milhões de motivos que não caberiam nessa resposta, meu muito obrigada a cada um de vocês, meus amados leitores! <3


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Sobre a autora
Samanta Holtz nasceu em 1987, no Dia Mundial do Livro, 23 de abril.
Publicitária de formação, aprendeu a ler sozinha aos 5 anos, pois era enorme sua vontade de entender as histórias que a mãe lia para ela. Aos 9, ganhou o primeiro prêmio por escrever, ao vencer o concurso de redação de sua cidade, Porto Feliz, no interior de São Paulo. Sua primeira publicação aconteceu em 2012, com o romance de época O pássaro (Novo Século), vencedor dos prêmios de votação de público e júri técnico no concurso Destaques Literários 2012, promovido pelos blogueiros literários brasileiros. Em 2013 publicou Quero ser Beth Levitt e, em 2014, Renascer de um outono (ambos pela Novo Século). Em 2014, recebeu o Prêmio Anita Garibaldi, com a nomeação de Escritora Humanitária. É colunista das revistas Terraço, de sua cidade, e tem um fã-clube, o Loucos por Samanta Holtz. 





Paula M. C. Basílio
blogueira e autora

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terça-feira, 7 de março de 2017

Cover Reveal by "Coming Together", the new release of Renee Harless


Coming Together

Photographer: Shauna Kruse
Model: Matthew Hosea
Cover Designer: Porcelain Paper Designs


Coming Together (Welcome to Carson, Book Two) by Renee Harless
Standalone series
Pre-order available
Publish date: April 18, 2017
Contemporary Romantic Suspense





Synopsis

A broken heart and shattered dreams...

Austin Connelly had it all: loving family, a growing and profitable business, the perfect woman warming his bed at night...

When she completely disappears from his life, well kept secrets begin to emerge. He finds out his best friend’s girlfriend is also his half-sister, and he believes someone is sabotaging his company.

Austin thought he and Nikki had something special, but when she returns suddenly announcing her pregnancy, he can’t control his hurt and anger, but the pull and attraction become too much for him to ignore and he finds himself in her arms once again. He's thrust back into the emotions he's held onto since Nikki left him.
Nikki Deveraux never had it easy growing up. As a part of a wealthy family, her parents cared more about their bank account and affairs than they did about their only daughter.

Watching their marriage crumble before her very eyes she swore that she’ll do whatever she can to protect herself from succumbing to that kind of pain. With no desire to find “the one”, Nikki finds herself torn between love and fear when she discovers herself pregnant.

Taking a chance on her heart, Nikki works to rebuild her relationship with Austin after running away scared and when she uncovers someone stealing money from his company she fears he'll give up on his dream of happiness yet again.

Will he take a chance on her? Will he let her back into his heart? Or will the ghosts of his past shred him further?


Order Links: (Pre-order is available)



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Win an Advanced Reader Copy of Coming Together. 
Giveaway ends at midnight April 7, 2017!



Exclusive new teaser!








Exclusive Excerpt

Their dinner ends not long after, and having won the argument, Austin pays the bill. With his hand on the small of her back, he ushers her out of the diner and onto the busy sidewalk. Carson townspeople move back and forth across the walkway, still busy hanging stars and twinkling lights in preparation for their New Year’s bash; a party that brings people into town from forty counties over.

Nikki stares in quiet amazement as the Fitzgerald sisters work to hang the twelve foot star in the middle of Main Street, hanging a line between the town’s parallel buildings. Luckily for them, Austin and a few of the other local workers rush over to help the aging fabric store owners.

Once the star is placed to their liking, Austin returns to where Nikki is waiting against the wall of Angie's diner. As he approaches, Nikki feels the first trickle of wetness falling on her cheek. Only then does she notice that the light snowfall seems to be increasing in heaviness as it continues.

Coming to stand beside her, Austin turns his attention in her direction.

"Are you ready to go? I'm afraid that the snow is forecasted to be a bit heavy tonight."
“Yes, sure.”

Taking her by her elbow, the heat of his hand filtering through the thickness of her jacket,
Austin guides her to his large work truck. Parked parallel alongside the street, as she steps off the sidewalk to enter the vehicle, her foot slips on the slick precipitation. Instead of falling face first into the side of the truck as she was anticipating with a wince, Nikki finds herself twisted around and resting in Austin’s overly muscled arms.

“Are you ok?” he asks, cradling her close to his body, but at the moment Nikki is speechless.

Unable to form any words, she simply nods her head. Trapped in a heated exchange with this man she’s missed for so very long now, Nikki feels herself leaning closer into his body, bringing her lips an inch from his, but as if struck by terror, Austin straightens abruptly and steps away from their embrace. Instead of kissing her as she had hoped, he opens the truck door and lifts her by her hips, placing her into his truck. He angrily slams the door closed, shaking the truck and Nikki as she sits inside, stunned.

His eyes spew hatred as he climbs into the driver’s seat and Nikki turns to gaze out the window, shrinking into herself. Her hands rest protectively on her stomach as she rests against the door, as far from Austin as she can possibly be. The warmth of her breath caresses the cold glass, causing the window to fog with each exhalation of air.

“Nikki...” Austin pleads in an attempt to garner her attention.

She turns to study him.

Running his fingers through his hair exasperatedly, he simply says, “I can’t do it again.” “Do what?” she whispers in return.

“Fall in love with you. I just can’t do it, Nikki. It would kill me this time.”




About the Author

Renee Harless is a romance writer with an affinity for wine and a passion for telling a good story.

Renee Harless, her husband, and children live in Blue Ridge Mountains of Virginia. She studied Communication, specifically Public Relations, at Radford University.

Growing up, Renee always found a way to pursue her creativity. It began by watching endless runs of White Christmas- yes even in the summer – and learning every word and dance from the movie. She could still sing "Sister Sister" if requested. In high school she joined the show choir and a community theatre group, The Troubadours. After marrying the man of her dreams and moving from her hometown she sought out a different artistic outlet – writing.

To say that Renee is a romance addict would be an understatement. When she isn’t chasing her toddler or preschooler around the house, working her day job, or writing, she jumps head first into a romance novel.







Paula M. C. Basílio
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domingo, 5 de março de 2017

Entrevista com a autora Victoria Blue



A convidada a ser entrevista essa semana é a linda, Victoria Blue! Para quem não conhece a autora norte-americana, ela trabalhou em parceria na série "Secrets of Stone" com outra incrível autora, Angel Payne! Aqui na entrevista ela conta elementos importantes para um livro, bem como seus trabalhos! Vamos conhecê-la?




Por que você começou a escrever? Você teve algumas inspirações para isso?

Eu comecei a escrever por duas razões. Eu estava lendo livros de uma forma maluca, e houve um dia pelo qual eu pensei que seria incrível dar a alguém a felicidade e a animação em uma história do jeito que os autores que eu estava lendo, faziam. A segunda razão foi minha incrível parceira, Angel Payne. Ela me deu uma sugestão e eu tentei escrever em um grupo que ela estava trabalhando, então eu dei o primeiro passo e me apaixonei imediatamente.


Você trabalhou com sua amiga e autora, Angel Payne na série “Secrets of Stone”, poderia contar um pouco de como foi o processo de escrita dos personagens divididos em capítulos, como Killian e Claire?

Nós pegamos uma sugestão do que estávamos fazendo, onde cada autora escreveria um personagem. Eu estive escrevendo todos os personagens masculinos até então, escrever Claire foi um desafio. Também, Claire é bem diferente de mim em personalidade do que eu sou na vida real, então foi divertido “ser” outra pessoa por um momento.


Você participou de várias séries, sendo uma parceira especial na escrita com outros autores. Você tem planos de escrever mais alguns livros individuais e séries, solo?

Eu tenho um individual na série da Carly Phillips “Dare to Love” que se chama “Rival’s Dare”. Eu estou começando outro livro solo depois que Angel e eu acabamos a série “Secrets of Stone”. Eu brinco com ela, se apenas tivéssemos 30 horas em cada dia, então eu poderia ter todas essas ideias no papel!


Quais escritores(as) inspiraram você?

Eu amo J R Ward e Christina Lauren. Eu amo seus estilos, e inclusive elas são bem diferentes em comparação de uma para outra. Quando você pode ler um livro todo em um único momento, essa é a autora que eu quero ser!


A série “Secrets of Stone” acabou de alcançar o primeiro lugar em ebooks com o primeiro livro da série “No Prince Charming” na Amazon Reino Unido, Austrália e Canadá, como foi isso? O que significou para você e Angel?

É surreal. Eu apenas me encontrei sorrindo, e eu vou dizer para meu marido... best-seller internacional... e dar risada. Isso significou demais para mim e para Angel porque nós colocamos nossos corações e almas nesses personagens. É tão frustrante quando você sente que realmente escreveu uma incrível história, mas como vai fazer com que todos os outros sejam tocados por ela? Entende? Nós duas nunca argumentamos, mas nós queríamos transparecer a verdade nesses personagens. Eles se tornaram parte das nossas vidas.


Para um bom livro, quais elementos não podem ser deixados para trás por um escritor?

Para mim é o desenvolvimento do personagem. E em segundo plano seria legal diálogos, que é real para a vida.


O que significa para você escrever um livro?

Acho que seria o mesmo. Construir um personagem do início significa que você leva em consideração cada pequena parte da vida dele. Afinal, não são as coisas que nos moldam – nossas personalidades – todas as coisas que nós experimentamos em nossas vidas? Desde a infância? Eu acredito que é o mesmo para um personagem bem construído. Mesmo se você não está escrevendo sobre a infância dele, em sua mente, você precisa saber como a infância foi.



Para diversão, vamos fazer um jogo. Eu lhe dou algumas opções ou palavras e você responde com coisas que mais gosta!


Um filme: Uma Linda Mulher, Flores de Aço, Os Embalos de Sábado à Noite.

Uma série: Eu não assisto muito TV, mas quando assisto, geralmente é Food Network.

Uma música: Won’t Go Home Without You do Marron 5.

Cinema ou Netflix? Nada supera um filme nas telonas, então cinema!

Um livro: tão difícil… Série Crepúsculo, série Cretino Irresistível, série Irmandade da Adaga Negra.

Um amor: meu e único por 23 anos, David.

Uma frase: “Não há problemas que não lhe tragam nas mãos um presente. Você busca os problemas, porque precisa dos presentes”. - Richard Bach

Um ator: Eu realmente não tenho um como favorito.

Uma atriz: o mesmo.



SOBRE A AUTORA



Victoria Blue vive na sua pequena galáxia conhecida como o sul da Califórnia. Lá ela encontra o amor e a vida que sustenta o poder de um sol surpreendente, dois planetas originais e imponentes e três luas indiferentes, contudo reconfortantes. A vida é fantástica e desafiadora e todos os dias traz novas aventuras a serem descobertas. Ela mal pode esperar o que vem depois!






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